Museu Francisco Lacerda

Março 2026

DOMSEGTERQUAQUISEXSÁB
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

12 meses, 12 livros: março

✨ 12 meses, 12 livros: março✨

ILHA DE SÃO JORGE: Apontamentos para a sua história, José Candido da Silveira Avellar

A sua ligação ao livro Ilha de São Jorge, de José Cândido da Silveira Avelar, revela-se na profunda relação entre as gentes de São Jorge e os elementos naturais que moldam a sua existência. Tal como o barril simboliza a necessidade de preservar a água — fonte primordial de vida —, também a narrativa retrata uma comunidade marcada pelo isolamento, pela força do mar e pela constante adaptação às exigentes condições da ilha.

Mais do que um simples objeto utilitário, o barril representa a resistência, a prudência e a capacidade de enfrentar as incertezas próprias de um território insular. À semelhança do que é retratado na obra, assume-se como símbolo da ligação indissociável entre o ser humano, a natureza e a identidade açoriana, construída na relação íntima com o meio envolvente.

Num território rodeado de mar, mas onde a água potável exigia recolha, cuidado e reserva, o armazenamento era sinónimo de sobrevivência e de autonomia. O barril acompanhava o quotidiano das famílias, o trabalho agrícola e as viagens marítimas, assegurando a preservação de um recurso indispensável à vida. Assim, torna-se também metáfora da memória coletiva e da capacidade de adaptação que caracteriza as comunidades açorianas ao longo da sua história.

 

Categoria
Data Inicial
2026-03-08
Data Final
2026-04-08
Voltar atrás

Optimizado para as últimas versões dos browsers:
Microsoft Edge, Google Chrome, Safari, Opera e Firefox

Desenvolvido pela Salworks